francisco salgueiro
O ANJO QUE QUERIA PECAR - NOVO LIVRO - À VENDA
Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
Domingo, 13 de Maio de 2012
MAIS CRÍTICAS AO NOVO LIVRO
Sónia Alves
Francisco Salgueiro, o seu livro está BRUTAL!!! FANTÁSTICO!! FENOMENAL!! MARAVILHOSO!! Não posso desenvolver muito porque arrisco-me a estragar a surpresa desta grande história a quem ainda não leu. Acabei-o ontem à noite e ainda fui fazer pesquisas na net...mas pessoal não posso dizer porquê :D Está na altura de alguém pegar num dos seus livros e fazer um filme! (para começar, escolho já este hehehe)LEIAM...é VI-CI-AN-TE! 13-5-12
Paula Cruz
Terminei o livro ontem á noite e poderia estar aqui a dizer muitas coisas sobre o livro mas vou resumir tudo numa única palavra...FANTÁSTICO!!!!
adorei e muitos parabéns por mais um excelente livro. 11-5-12
Francisco Salgueiro, o seu livro está BRUTAL!!! FANTÁSTICO!! FENOMENAL!! MARAVILHOSO!! Não posso desenvolver muito porque arrisco-me a estragar a surpresa desta grande história a quem ainda não leu. Acabei-o ontem à noite e ainda fui fazer pesquisas na net...mas pessoal não posso dizer porquê :D Está na altura de alguém pegar num dos seus livros e fazer um filme! (para começar, escolho já este hehehe)LEIAM...é VI-CI-AN-TE! 13-5-12
Paula Cruz
Terminei o livro ontem á noite e poderia estar aqui a dizer muitas coisas sobre o livro mas vou resumir tudo numa única palavra...FANTÁSTICO!!!!
adorei e muitos parabéns por mais um excelente livro. 11-5-12
· Fiquei presa. Acho que vou sonhar com tudo! Vou tentar escrever
uma mensagem com mais pés e cabeça. 13-5-12
· Olá Francisco,
· Terminei o Livro e realmente temos mais uma história
que começamos a ler e não conseguimos parar até saber o final. Só tenho uma
nota a fazer, Vou passar uns dias a pesquisar sobre as personagens da historia,
pois o assunto deixou-me curiosa
. Mais uma vez soube a pouco, mais uma vez já queria ter o teu
próximo livro para ler... mas vamos ter de esperar mais uns meses, Mas
esperamos ansiosamente. 10-5-12
· Acabei de
terminar a leitura do seu livro e devo confessar que adorei. Para além de ser
bastante misterioso, também é realístico. Conta factos verídicos, ainda por
cima tratando-se de uma fase da vida de Fernando Pessoa que toda a gente
desconhece. Li o livro em 4 dias e se ainda houvesse mais para ler, continuaria
sem parar. Fo uma leitura viciante e só por isso está de parabéns. Aguardo uma
próxima publicação 8-5-12
Quarta-feira, 9 de Maio de 2012
Quarta-feira, 2 de Maio de 2012
FEIRA DO LIVRO 2012
Sem palavras para a tarde de ontem na Feira do Livro. Quando estão mais de 300 pessoas numa fila para um autógrafo meu e um dos escritores que mais vende em Portugal, e que está ao meu lado, não para de perguntar “Mas o que é que está a acontecer aqui?” isso significa que foi a melhor sessão de autógrafos de sempre. Muito obrigado a todos os que foram.
Segunda-feira, 30 de Abril de 2012
Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
Já têm alguma coisa combinada para fazer no dia 1 de Maio às 17:00? Vou estar na Feira do Livro de Lisboa a dar autógrafos. Apareçam e conheçam o meu novo livro “O Anjo que Queria Pecar”.
Terça-feira, 24 de Abril de 2012
FEEDBACK "O ANJO QUE QUERIA PECAR"
3...2...1...partida. Aqui ficam os primeiros comentários recebidos no Facebook sobre "O Anjo que queria Pecar":
Célia Margarida Alexandre Hoje ao final da tarde, peguei no livro pela segunda vez e o Anjo fez me pecar até ao fim do livro...Francisco Salgueiro só tenho uma palavra para este livro, FANTÁSTICO.... venha mais um.
25 de Abril
Célia Margarida Alexandre Hoje ao final da tarde, peguei no livro pela segunda vez e o Anjo fez me pecar até ao fim do livro...Francisco Salgueiro só tenho uma palavra para este livro, FANTÁSTICO.... venha mais um.
25 de Abril
Catarina Sabido - Adorei o livro, parabéns! Foi lido em 4h, tal o entusiasmo e curiosidade pelo final da história. :)))
24 Abril
Sílvia Gonçalves - Mais uma vez, está de Parabéns.... o Livro é fantástico.
24 Abril
Soraia Cardoso - Li o livro com uma certa velocidade porque queria chegar rapidamente ao destino daquela história misteriosa, cativante e interessante. A minha ânsia era tanta que dei por mim a ler de uma rapidez inexplicável! Um parágrafo passava, uma pagina virava até acabar um capitulo, capitulo esse que se iniciava sempre com frases de Fernando Pessoa, não percebo se era para o homenagear ou simplesmente porque sim! Enfim, sem dúvida um livro espectacular que não serve para preencher espaços vazios das estantes das salas de estar! Adorei mesmo muito, ficarei a espera do próximo com o mesmo entusiasmo que estive a espera deste
22 Abril
Sexta-feira, 20 de Abril de 2012
ESTÁ QUASE
O novo livro já começou a ser distribuído pelas livrarias mas pelo que me disseram só vai ser colocado à venda no dia 23. Entretanto, já está disponível na minha loja online com dedicatória incluída. Quem quiser encomendar envie mail para homenshamuitos@franciscosalgueiro.com. Obrigado.
Sexta-feira, 16 de Março de 2012
TRAILER DO NOVO LIVRO "O ANJO QUE QUERIA PECAR"
Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Terça-feira, 6 de Março de 2012
O TÍTULO DO NOVO LIVRO
... e o título do novo livro é: O ANJO QUE QUERIA PECAR
Mais novidades para breve.
Domingo, 23 de Outubro de 2011
Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011
Domingo, 11 de Setembro de 2011
NOVA IORQUE: 6 MESES DEPOIS
(6 meses depois da queda das Torres Gémeas estava em Nova Iorque. Aqui fica o artigo que escrevi e que foi publicado na revista Notícias Magazine)
NOVA IORQUE: 6 MESES DEPOIS
Turistas! Turistas! Acabou de abrir o mais emocionante e espectacular parque de diversões nos Estados Unidos. Peguem nos vossos filhos, agarrem nas máquinas fotográficas e nas câmaras de vídeo e apanhem o voo para Nova Iorque. Não tem Mickeys, Donalds ou o Et. É de origem afegã e é o primeiro parque de diversões em versão reality show. Chiça. Estou chocado.
Texto e fotografias de Francisco Salgueiro
11 de Setembro 2001. Dois aviões transformados em mísseis vão contra as torres gémeas em Nova Iorque. Mais de três mil pessoas morrem. Até agora só foram desenterrados cerca de mil corpos. Pensa-se que os restantes dois mil nunca serão encontrados. O mais certo é estarem transformados em pó. Centenas de milhares de familiares e amigos vão ficar com as suas vidas lesionadas até irem para debaixo da terra. A zona sul de Manhattan é um gigantesco cemitério.
Só isto seria o suficiente para sempre que alguém passasse por aquele local, hoje ou daqui a mil anos, pusesse um adesivo à volta da boca e shhhhhhhh. Parasse por três segundos e ficasse transformado em candidato a Miss Universo e pedisse paz no mundo.
Essa não é zona para se contarem anedotas de loiras, seguidas de uma overdose de risos, as últimas sobre a relação entre o Tom Cruise e a Penelope Cruz, ou tirarem-se fotografias com toda a família para se colocarem em cima da televisão, ao lado da colecção de Estrumpfes saídos no Happy Meal.
Chama-se Ground Zero, é o local onde estavam as torres. Seis meses mais tarde está transformado num parque de diversões. O que lá se passa é... é... inacreditável.... impressionante... chocante... Sigam-me para vos fazer uma visita guiada:
Bin Laden é o grande responsável pela fim da recessão nos Estados Unidos, por uma quebra de 40% dos crimes em Nova Iorque e por uma injecção de adrenalina no turismo em Manhattan. Todos os dias milhares de pessoas chegam a NY simplesmente para visitarem os locais onde tudo aconteceu. Vão acompanhados de filhos, máquinas fotográficas e muito dinheiro para gastarem nos souvenirs que se vendem na rua. Sim, há souvenirs dos atentados. Neste momento nasceu uma nova actividade em Nova Iorque, os souvenirs dedicados ao 11 de Setembro.
Souvenirs para toda a família
Num raio de cem metros à volta do ground zero, há dezenas de banquinhas, onde ao lado das fotografias piratas dos Backstreet Boys vendem-se: a) Gorros que dizem “9/11”, “Ground Zero” e “WTC” (World Trade Center). Nota de mim para vocês: quem é que no seu perfeito juízo vai andar na rua com um gorro que diz Ground Zero?!? Não será o mesmo que andar com o gorro a dizer “Valas Comuns Albânia 1999”?; b) Fotografias piratas da queda das torres e dos trabalhos de remoção dos destroços. Uma fotografia simples custa um dólar. Normalmente são scans de fotografias saídas em revistas. As fotografias originais são vendidas em álbuns estilo Kodak, onde um pack de quinze custa 10 dólares; c) CD Roms. Sim, CD Roms!!! Com fotos, desenhos e animações… animações dos embates!!!! Os CD Roms estão à venda na secção dos cds piratas ao lado dos discos da Shakira; d) Livros com ar de panfletos, com as ”melhores fotografias do grande desastres”. Têm um ar tão reles, mas tão reles, que qualquer edição do Despertai parece uma edição de luxo.
Mas não são só nas banquinhas que existem souvenirs. Ai isso é que não! Vi com estes olhos que os genes dos meus pais fizeram, lojas dentro de centros comerciais a venderem postais à séria. Com espaço para escrever a morada e colocar o selo, das torres a caírem, dos hospitais à espera dos feridos e de pessoas em estado de choque na rua. Encontram-se em mostradores que têm uma tabuleta a dizer “Disaster Cards”!!!! Há para cima de 30 tipos de diferentes postais. É impressão minha, ou isto é igual a ter a venda postais de um mercado em Israel que acabou de sofrer um atentado suicida?
Fotografias mórbidas
Daqui a muito poucos minutos vou descrever a atracção mais concorrida, mas para já é tempo de um dos locais obrigatórios: o Hospital de St. Vincents. Uma das paredes está recheada de fotografias de pessoas desaparecidas. Mais de oitocentas. Este era o hospital para onde os feridos deveriam ter ido. Fica mesmo ao lado do WTC. Por isso foi um dos primeiros locais onde os familiares começaram a afixar as fotografias nas paredes. Hoje ainda lá continuam. Ao lado de amigos e familiares que lá vão colocar fita cola nas fotografias que estão a começar a descolar-se das paredes há uma orquestra de clics, clics, clics. De origem japonesa, europeia e norte americana.
E não se limitam a tirar fotografias às fotografias. Metem toda a família à frente, fazem o melhor enquadramento e depois clic. Ainda há os que pedem a alguém que está a passear na rua para lhes tirar uma fotografia, de modo a ficarem todos incluídos. Mórbido… muito mórbido. Alguém já viu serem tiradas fotografias versão holidays junto aos chuveiros dos campos de concentração nazi?
United We Stand
Depois vão todos para a nova aquisição do parque. O símbolo da esperança, do podemos-ser-atingidos-mas-como-somos-de-boa-qualidade-erguemo-nos-rapidamente: Uma esfera gigante em metal, que estava no meio das torre e que sabe-se lá como sofreu apenas algumas amachucadelas. Está em exposição ao ar livre no Battery Park, a um quilómetro do Ground Zero.
As famílias entram em delírio quando a vêem. Como se tivesse sido um milagre não ter ficado transformada em pó. Aleluia. Aleluia. Esta é a zona onde actualmente se ouvem mais uaus por segundo.
Uma vez mais as família tiram fotografias uns aos outro. O pai com a mãe, a mãe sozinha, o pai com o filho mais velho e os irmãos a beberem uma coca cola comprada no Burger King. Às vezes riem, outras tiram macacos do nariz, e até fazem cornos uns aos outros.
Made in China
Mesmo antes de ir à atracção mais concorrida não posso deixar de falar das bandeirinhas. Nos últimos meses centenas de pequenas companhias chinesas, que pagam um dólar por mês aos seus empregados, devem estar mais ricas do que o Bill Gates. Carro sim, carro não, existe uma bandeirinha norte americana. Prédio sim, prédio não, existem bandeironas norte americanas. Bem lá no canto está escrito “Made in China”.
Fotografias, desenhos e a Britney Spears
Os muros da solidariedade estão espalhados por toda a cidade. Alguns têm dezenas, outros centenas de metros. E o que são os muros de solidariedade? Cartas, fotografias e desenhos de pessoas que querem mostrar que estão solidárias, e colam-nas num muro, parede ou gradeamento.
É mais fulminante do que um vírus. As pessoas olham para o amontoado de cartas e desenhos, reparam que têm um guardanapo na mão e não resistem a escrever qualquer coisa para depois colarem nas paredes. Dividem-se em: a) Sofrimento: “Perdi aqui alguém que conhecia”; b) Sofrimento contagiante: “Não perdi aqui ninguém que conhecia mas estou triste por aqueles que conheciam”; c) Tenho que escrever alguma coisa: “Illionois sara com Manhattan”; d) E porque não?: “Estive aqui”; e) Os filhos também deixam a sua opinião: “Tenho pena pelo que aconteceu, a minha irmã gosta da Britney Spears mas eu prefiro os N Sync”.
Estes muros da solidariedade também são muito concorridos para momentos Kodak, mas com pose: Grupos de amigos que tiram a t-shirt e fingem que são o Tarzan, japoneses que fazem um v com os dedos e mostram com orgulho a t-shirt que acabaram de comprar e que diz “United we stand”, etc, etc, etc. Tudo isto no meio de anedotas sobre loiras, Monica Lewinski e Michael Jackson.
Lotação Esgotada
Mas a atracção mais concorrida é a plataforma de observação. Feita de propósito para as pessoas poderem ver os trabalhos de remoção dos destroços. A uns 4 metros do chão e feita em madeira. Mas para se lá ir é preciso um bilhete. UM BILHETE!!!!!!!!! Apesar de ser à borla, quem quiser ver os destroços tem de andar cerca de dois quilómetros até ao Pier 17, onde podem ser levantados.
E os turistas partem em peregrinação como se estivessem em Torremolinos. Milhares... e não estou a exagerar... milhares percorrem as ruas desde a entrada da plataforma, onde perguntam onde há bilhetes, até ao local onde estão a ser entregues. Essas ruas estão mais movimentadas do que Times Square. E quando lá chegam apanham quase sempre com a resposta “só há para amanhã”. Todos os dias são entregues 20 mil bilhetes. Mas normalmente, a partir das dez da manhã já só há bilhetes para o dia seguinte. Às oito da manhã, há um fila de trezentos metros. À chuva, ao sol ou à neve.
E os bilhetes têm hora marcada. Um atraso de vinte minutos dá direito a uma simpática “Não viu as horas que estavam aí marcadas?! Tem de ir buscar outro!” “Mas... mas... mas”, “Já lhe disse que isso perdeu a validade. Agradeço que saia do caminho porque há pessoas que têm bilhete para esta hora e querem entrar”.
Mas só podem subir a plataforma umas trinta pessoas de cada vez. Senão a plataforma cai e a zona passaria a ter outra atracção turística. Conclusão: Fila do Bilhete: 40 minutos. Fila da plataforma: 30 minutos. Subir na plataforma e ver os destroços: 1 minuto. Quando o ponteiro passa dos 59 segundos para os 60, os policias começam a mandar avançar, porque senão os passeios ficam entupidos com os grupos que vêm a seguir.
Enquanto estava na plataforma quase que fiquei surdo com tantas máquinas a dispararem ao mesmo tempo. Clic. Clic. Nem um segundo de pausa. Clic. Clic. Numa mão uma máquina fotográfica. Clic. Clic. Noutra uma câmara de vídeo.
Durante os sessenta segundos só há três tipos de conversas: a) Os pais contam aos filhos onde estava a torre norte, a torre sul, onde os aviões chocaram, quando tempo as torres demoraram a ser construídas, quantos andares tinham, quantas toneladas de cimento foram utilizadas. Tudo isto com um ar sábio e imponente como se estivessem a relatar a evolução da família real russa; b) Fenómeno-solidariedade-da-plataforma, onde as pessoas falam com o estranho que está ao lado, e onde contam as suas experiências com as torres. Ex: “Em 1986 eu estive dentro da torre Norte, a comer no Mc Donalds, e tive imensa sorte por os aviões não terem chocado nessa altura”; c) Que chatice, está aqui tanta gente! Queria tirar-nos uma fotografia a verem-se os destroços lá ao fundo.
Tour sinistro
Há um local que ainda não foi descoberto pelos turistas. A zona onde os camiões vão descarregar os destroços nos batelões, que vão depositá-los em Staten Island. Fica mesmo ao lado do Ground Zero, em Battery City. Mas provavelmente será a nova atracção, porque consta que brevemente uma empresa vai abrir uma linha de autocarros turísticas que levará as pessoas a visitarem os locais mais simbólicos do 11 de Setembro. O Disaster Tour!
E que é que virá a seguir!?!? Um musical na Broadway onde o grande final são as torres a caírem e à frente vêem-se polícias e bombeiras a cantarem e dançarem can-can?!
Só para terminar, estão a começar a aparecer na net pessoas a venderem destroços, roupas e botas queimadas que foram encontradas nos destroços... uffff...
E assim acabo a visita guiada pelo freak show mais estranho que vi em toda a minha vida. Um parque de diversões macabro, onde todos os dias pode acontecer uma coisa nova: um corpo encontrado em total estado de putrefacção, um prédio ter de ser demolido, uma nova estátua e sobretudo muitas polaroids familiares onde ao fundo se vêem fotografias de pessoas mortas ou o local onde morreram.
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
NOVIDADE "O FIM DA INOCÊNCIA"
É pá.
É um pouco tabernoso começar um texto com é pá. Eu sei.
Ainda por cima não escrevo nada no blog há tanto tempo que
podia ter recompensando quem aqui vem, e nada de novo tem encontrado, com um
texto mais elaborado. Talvez começado com um “É assim”. Ou até mesmo “Portanto”.
Mas, desculpem, foi o que saiu. Foi essa a primeira expressão
que passou pela minha cabeça assim que soube das notícias. Não, o rabo da Pippa
Middleton não vai ser incorporado no design do iPhone 5.
Vem aí uma novidade.
Tem a ver com “O Fim da Inocência.” Já ia em 4 edições. Já
era o meu livro com mais sucesso de sempre.
E agora... vai entrar na 5ª edição!
Terça-feira, 5 de Julho de 2011
PALESTRA NO EL CORTE INGLÊS
Tenho recebido milhões de mails por causa de O Fim da Inocência. Hmmm… milhões só se o meu nome fosse Francisco Gaga. Vou recomeçar: tenho recebido milhares de mails por causa de O Fim da Inocência. Querem saber se a história é mesmo verdade, como é que a Inês entrou em contacto comigo, quais os novos perigos na adolescência… são tantas as perguntas que já contratei 5 ucranianos para me ajudarem.
Mas responder a todas estas perguntas por mail é um bocado impessoal. É o mesmo que ir ao meu próprio casamento através de Skype. Por isso, quem quiser ver-me a falar sobre O Fim da Inocência, marque já:
12 Junho. Ano: 2011. Próxima terça-feira.
Local: El Corte Inglês. Piso 7. Lisboa
18:30
Eu vou lá estar. E vocês?
Terça-feira, 31 de Maio de 2011
Crónica de Margarida Rebelo Pinto sobre "O Fim da Inocência"
Crónica de Margarida Rebelo Pinto sobre "O Fim da Inocência"
Jornal Sol 27 Maio 2011
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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011
FEIRA DO LIVRO 2011 - THE END.
Ontem foi o último dia da Feira do Livro. Havia tantas pessoas que se lá estivesse o Wally jamais alguém o encontraria, mesmo que vestisse camisola vermelho fluorescente com um alarme que não parasse de guinchar: “estou aqui! estou aqui! (ler estas frases com voz esganiçada).
Até chegar à mesa onde ia dar autógrafos disse a palavra “com licença” tantas vezes que se fosse um cartão de crédito estava sem tinta por excesso de uso.
Mas lá cheguei. E sentei-me e… cada vez que dou autógrafos fico sensibilizado. Sim, sensibilizado tipo ver uma bisneta a visitar a avó e dar-lhe um beijinho na bochecha.
E porquê?
Porque quando escrevo um livro nunca imagino como ele vai impactar as pessoas. Espero que gostem. Espero que sintam que o dinheiro foi um bom investimento. Mas nunca penso no que realmente pode provocar dentro delas. Ou seja, alguém gostar tanto de ler um livro meu que a leve a querer conhecer-me. E não alguém que me queira conhecer porque mora a 100 metros do Parque Eduardo VII e não tem nada melhor para fazer.
Não, pessoas que vêm de propósito da zona de Setúbal, do Algarve ou até do Porto. E isso deixa-me sensibilizado (cai lágima, engulo-a, saboreio-a…sabe bem).
Quero agradecer a todas as pessoas que foram às sessões de autógrafos na Feira do Livro deste ano (para além das que foram noutros dias, mas que me encontraram lá por acaso e pediram autógrafos na mesma). Umas já conhecia, outras foi a primeira vez. Foi um enorme prazer. Muito obrigado.
Quero também agradecer às pessoas da Leya que fizeram um excelente trabalho, sobretudo à minha querida editora Maria João Lourenço, à Rita Palma e à Elisabete Alonso.
Obrigado. Beijinhos e até para o ano.
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011
ENTREVISTA NA REVISTA VISÃO 13 Maio 2011
É pequeninha mas é fofinha. É tipo Gummy Bear com sabor a maracujá e trevos da sorte.
Aqui fica a micro-entrevista dada à revista Visão que saiu esta semana:
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2011
2ª SESSÃO DE AUTÓGRAFOS - FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
Depois do dilúvio na minha 1ª sessão de autógrafos este ano, na Feira do Livro de Lisboa, decidi fazer um workshop com Moisés para aprender a separar as águas. Confesso que estava com alguma vontade que chovesse no dia da 2ª sessão de autógrafos para mostrar a minha nova habilidade… mas parece que afinal vai estar bom tempo. Por isso se, mesmo sabendo que não me vão ver a separar as águas, quiserem lá aparecer e receber um autógrafo, são muito bem-vindos. Domingo 15 às 17:00.
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Terça-feira, 10 de Maio de 2011
ENTREVISTA TVI 24 - Livraria ideal - 5 Maio
É bom ser entrevistado. Podia dizer “Ah não, a entrevista rouba a alma da arte, e eu sou um artista que não gosta de ser larapiado, por isso reservo o que fiz para mim e para os meus, sejam eles familiares, amigos ou animais de estimação.” Mas não. Gosto mesmo de ser entrevistado.
Acho graça quando as pessoas dizem que os vídeo-jogos alienam as crianças e os adolescentes porque são meios de entretenimento solitários. Mas… já viram algo mais solitário do que ler? Enquanto estou com um vídeo-jogo posso jogar ao mesmo tempo com alguém ou simplesmente com alguém a ver-me jogar e a comentarmos o que está a acontecer.
Já viram alguém ler ao mesmo tempo? Duas pessoas muito juntinhas a conseguirem ler ao mesmo ritmo? Ou, já viram alguém ler enquanto outro olha para ele e comentam o que está a ser lido? Eu ainda não.
Por isso, ler é das actividades mais solitárias que existe. O que não é forçosamente mau. E sobretudo, quando quero fecho o livro e estou com outras pessoas. O mesmo já não me acontece quando escrevo. Quando escrevo isolo-me do mundo. Se eu estiver a teclar um livro e houver um ataque atómico eu não saberei de nada. Só notarei que há um problema quando me olhar ao espelho e vir que a minha cara está deformada.
Por isso ter a oportunidade de falar sobre um livro que escrevi isoladamente é bom. Mais ou menos. Nem sempre é bom. É apenas bom quando à nossa frente tenho um entrevistador que realmente leu o livro. Que quando faz a pergunta “sobre o que fala este livro?” é apenas uma pergunta para as pessoas lá em casa que não saibam o tema e não para ele próprio estar a par.
Nem todos os entrevistadores se dão ao trabalho de ler um livro e fazerem perguntas realmente interessantes. É melhor não vos contar as coisas que já me perguntaram porque não quero que morram com um ataque de riso. E estou a falar literalmente. A língua agitava-se tanto que cometeria suicídio na garganta.
Ser entrevistado pelo João Paulo Sacadura, do programa Livraria Ideal, é como entrar nos Pasteis de Belém.
Ele leu os livros, entrevistas minhas dadas anteriormente, e sobretudo pensou no que vai perguntar.
Por isso, sempre que sou entrevistado por ele, e sempre que ele diz “Bom e por hoje é tudo” eu penso “Ele passou-se?! Já vai acabar o programa?! Ainda agora começou!!!". Mas a verdade é que passaram mesmo 25 minutos.
Gosto mesmo muito de ser entrevistado por ele. E isso nota-se nesta entrevista que foi para o ar na TVI 24 no dia 5 de Maio.
Domingo, 8 de Maio de 2011
:-)
Amo esta fotografia. São duas Joanas. Uma mora em Washington D.C. A outra em New Jersey. Conheceram-se por causa dos meus livros. Aqui estão elas em frente à casa do Obama. Amo esta fotografia. Mesmo! Muito! Mesmo!
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
ENTREVISTA NA SIC - PROGRAMA "BOA TARDE" ABRIL 2011
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Tinha-me esquecido. Completamente. Podia dizer que o culpado era um asteróide que embatera com a minha cabeça e deixado todo o meu ser adormecido. Mas não, não foi nada disso que aconteceu. Simplesmente esqueci-me que colocar aqui o vídeo da minha ida à SIC, ao programa Boa Tarde no dia 12 de Abril
.
Quarta-feira, 4 de Maio de 2011
FEIRA DO LIVRO 2011 - A REPORTAGEM
Pois é, estive na Feira do Livro no sábado passado. Quer dizer, estive mas não estive. Metade do meu corpo estava a assinar livros, a outra metade estava a ver quando é que tinha de ligar para o Nóe para ele trazer a arca e salvar-me do dilúvio que estava quase a chegar ao Parque Eduardo VII.
Ser levado numa enxurrada no Parque Eduardo VII e acabar esborrachado por um autocarro na rotunda do Marquês de Pombal não deve ser uma boa sensação. Se bem que, mesmo assim, deve ser melhor do que me implantarem um aparelho auditivo permanente para depois descobrir que afinal é um headphone e está em auto-repeat com as músicas do Justin Bieber.
Apesar de tudo saí de casa confiante. Com um colete anti-balas para me proteger de potenciais ataques de granizo, uma galochas com estampados da Milye Cyrus e sem guarda chuva. Achei que apesar de tudo era o objecto menos necessário. Porquê? Ainda tenho cabelo. Se fosse careca era mais chato porque poderia apanhar uma constipação.
Mal lá cheguei até estava sol. Enfim, sol com muitas nuvens pelo meio. Mas pelo menos via-se que era de dia. Até que subitamente começou a chover. Não foi bem uma chuva tipo duche. Não. Foi mais do género “O cano está roto, fujam porque a casa vai ficar inundada!!!!!!!!!!!”
Aqui fica a reportagem do que aconteceu.
Até que... olha... serão lágrimas? Lágrimas não eram certamente, porque se fossem alguém morreria desidratado.
Quando chove na Feira do Livro, o que se faz? Tiram-se fotografias com maus enquadramentos.
Ora aí está mais uma.
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